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. Yes, I’ll try to write in English & Portuguese. Not sure how long this is gonna last though…
. Took part in another workshop: Script Structure, with Charles Harris, at Euroscript. Useful? A lot. It is already helping me write the second draft of The Last Prince of Wales. I’m writing a review about the workshop which will soon be published at TwelvePoint.com.
. The Last Prince is being read by a Welsh producer. I’m working on draft 2. Hard, very hard work.
. The book adaptation’s second draft has been finished. It’s being read by the author (I think) and producers (I hope). I’m nervous. More drafts to follow.
. I’ll be in Rio from 22 May to 8 June. YAY! Can hardly wait.
. Sim, vou tentar escrever em Ingles e Portugues. Nao sei quanto tempo vai durar…
. Participei de outro workshop: Script Structure, com o Charles Harris, na Euroscript. Valeu a pena? Muito. Ja estou aplicando o que aprendi na segunda versao de The Last Prince of Wales. Estou escrevendo um review do curso que vai ser publicado em breve na TwelvePoint.com.
. The Last Prince of Wales esta sendo lido por um produtor Gales. Estou trabalhando na segunda versao. Trabalho durissimo.
. A segunda versao da adaptacao do romance foi concluida e esta sendo lida pela autora do livro (eu acho) e por produtores (eu espero). Estou nervosa. Mais versoes ainda virao.
. Vou estar no Rio entre 22 de maio e 8 de junho. YAY! Mal posso esperar.
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I’ve started Twittering to follow John August.
Now I Twitter too.
Gosh…
If you want to follow me: http://twitter.com/monicasolon
You’ll certainly find more interesting people than me to follow though. John August, for instance.
Eu comecei a Twitter pra “seguir” o John August (acompanhar os posts dele).
Agora eu tambem Twitter.
Caraca…
Se quiser me seguir: http://twitter.com/monicasolon
Com certeza voce vai encontrar gente mais interessante pra seguir do que eu. O John August, por exemplo.
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I’m in love with John August. Screenwriter of Big Fish, Charlie and the Chocolate Factory, Charlie’s Angels and The Nines, he has a blog where he talks about writing to aspiring and professional writers. It’s brilliant. He is unbelievably generous. He also has a few short video ”tutorials” and shows how, for instance, to re-write an action scene. Those are snapshots where you follow the process by watching it take place on his computer screen. Awesome. I’m utterly in love with him (with all due respect: he’s married and has a daughter – well, I can say that, by extension, I’m in love with his husband and daughter too).
Estou apaixonada pelo John August. O roteirista de Big Fish, Charlie and the Chocolate Factory, Charlie’s Angels e The Nines, mantem um blog para roteiristas – iniciantes ou nao – onde ele fala sobre escrever roteiros. Eh sensacional. Eh de uma generosidade inacreditavel. Alem das dicas, ele faz alguns pequenos “tutoriais” em video e mostra como, por exemplo, re-escrever uma cena de acao. Sao videos rapidos, onde voce acompanha o processo vendo a tela do computador dele. Um barato. Estou apaixonada, perdidamente apaixonada (com todo o respeito: ele eh casado e tem uma filha – bom, posso dizer que, por extensao, to apaixonada pelo marido e pela filha dele tambem).
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Acabei de criar uma página nova no meu outro blog – Palavras no Papel - com os artigos que escrevi para a revista online especializada para roteiristas TwelvePoint.com, onde trabalho.
Os dois artigos ainda estão em inglês mas assim que eu tiver um tempo vou traduzi-los para português:
Script development – Issue 45, 16 March 2009 - Monica Solon, a writer, attends the Script Factory’s workshop on script development where Kate Leys explains that development includes technical aspects of script analysis as well as managing the relationship with the writer to enable them to find solutions to the problems in the script.
What Hollywood can teach us in Europe – Issue 44, 5 January 2009 - Monica Solon attends Doug Chamberlin’s Mastering Hollywood seminar.
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Num sabado de sol…
- Diana
- Luz
- Amigos
- For dogs
- Esquilo
- Passaro
- Proud duck
- Victoria
- Handsome man
- Peter Pan II
- Peter Pan
- Fairy II
- Fairy I
- Coelhos
- Passaros II
- Arvore
- Girl (Chelsea)
- Boy (Chelsea)
- Tube
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Eu tava doida pra ver neve… vocês lembram da minha pagação de mico quando nevou pela primeira vez. Corri pra rua de braços abertos, fiquei rindo que nem pinto no lixo. Um mico. Bom, agora nevou de verdade, como vocês sabem.
Eu fiquei foi bem quietinha no meu canto, apreciando o espetáculo pela janela – a neve pintando Londres de branco. Na segunda-feira não dava pra ir trabalhar (trabalhei de casa) pois não tinha ônibus nem metrô.
Hoje eu me aventurei pela rua – mas só andei pelos trechos de calçada que não tinham gelo. O risco de um escorregão é enorme e tudo o que eu não preciso agora é de um tendão rompido ou um braço quebrado.
Mas é lindo… eu saí na segunda-feira depois que terminei de trabalhar e enfiei o pé na neve: bateu na altura do tornozelo (no cano da bota). Peguei a neve do chão e, pra minha surpresa, se você espremer a neve fofa ela vira uma bola de gelo dura que, se bater na testa de alguém, é capaz de nocautear! A neve é fofa e crocante. Parece cobertura de bolo de criança. Faz um barulhinho crocante quando a gente pisa, quando a gente amassa, mas não faz barulho quando cai. Um espetáculo silencioso…
Eis as fotos. Reparem que, na que aparecem os carros, uns adolecentes já tinham passado e feito uma guerra de bolas de neve portanto, está meio bagunçado. O resto são vistas da minha janela.

Vista da janela do meu quarto

Vista parcial da janela dos fundos

Vista da esquina de onde eu moro
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Nesta sexta-feira chegou o visto novo pelo correio. Recebi um telefonema da Valmira, que trabalha com a Mariana, e ela abriu o pacote e leu pra mim – eu estava no trabalho. A ansiedade era tanta que cheguei a tremer. Mas logo pude respirar aliviada: agora é oficial, posso ficar aqui até janeiro de 2011. Além disso, posso começar a planejar a viagem para o Brasil. E também posso pensar em colocar o pé no resto da Europa sem me preocupar com a imigração. Ufa, que alívio… Deu um trabalhão, mas valeu a pena!
Muito obrigada por todos os que me ajudaram nessa saga, em especial: Mariana & Andrew, Tetê e Geoff, Valmira, a galera da universidade, Steve Hawes, Julian & Jonquil.
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Meu contato no Screen Council of Wales gerou frutos. Ele disse que ficou muito bem impressionado com o roteiro e me mandou vários comentários, notas e sugestões que vou incorporar na segunda versão. Foi emocionante receber o feedback dele. Embora informalmente (ele faz esse trabalho profissionalmente – eis o site dele pra quem tiver interesse: www.moviehijacker.com), ele fez uma análise incrível dos pontos fortes e fracos da estória e da estrutura, tocou em todos os pontos importantes e em alguns que eu nem tinha considerado.
Ele tinha ficado de me mandar o contato de um produtor que poderia se interessar pela estória. No início dessa semana, recebi a mensagem dele com o contato – não só ele me mandou o contato como falou com o cara, me “apresentou” e introduziu a estória. Ele se interessou em ler o roteiro – ele ficou intrigado em ver como seria a visão de uma brasileira sobre a história galesa…
Agora estou numa sinuca de bico (no bom sentido). É arriscado mandar o roteiro no estágio em que está (o primeiro “draft”) pois preciso re-escrever muita coisa, sobretudo à luz dos comentários que recebi. Mas também não posso perder essa oportunidade. Vou trabalhar num “treatment” – uma apresentação do roteiro, com sinopse e proposta do filme – para mandar pra ele, mas escrever treatments é uma arte e dá uma trabalheira insana. Um treatment mal feito pode arruinar as chances de um bom filme.
Bom, o produtor sabe que o roteiro é a primeira versão, portanto, não está esperando um produto finalizado. Porém, ele pode querer que eu mande um treatment também, portanto, preciso trabalhar nisso rapidamente…
Ai, dá um medão!
Gente, não quero colocar a carroça na frente dos burros, portanto, é importante não ficar empolgada demais com esses contatos iniciais. Mas é legal ver o processo caminhando, devagar e sempre. Pode ser que nada aconteca a partir desse contato; porém, pode ser que aconteça. Vou trabalhando duro do meu lado e deixo que as coisas aconteçam da forma que for melhor… claro que o universo conspira… a experiência tem sido impagável.
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Continuo escrevendo a adaptação do livro A Girl Made of Dust para o cinema. Escrevi os primeiros vinte minutos e debati com o Steve (meu professor). Como sempre, fiquei insegurérrima. Me passa tudo pela cabeça e fico sempre apreensiva achando que ele vai desistir da parceria (por incompetência minha) a qualquer momento. Mas não, ele achou que estava legal, mas era cedo pra emitir um parecer mais aprofundado. Além do mais, chegamos à conclusão de que eu precisava escrever a estória inteira pra a gente ver se o ritmo estava funcionando, se as cenas estão adequadas.
No intervalo de final de ano consequi escrever mais e cheguei a uma hora de filme (aprox 60 pgs de script). Se eu continuar com esse volume de cenas o filme vai ficar longo demais, pois estou só na metade da estória. No entanto, vou continuar escrevendo, depois vou cortando e ajustando. Preciso visualizar a estória e colocar no papel pra ver se funciona. A nova prova de fogo é mostrar pro Steve de novo – o input dele vai começar a ficar mais intenso daqui pra frente. A gente deve se encontrar pra conversar na semana que vem.
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