Enquanto me preparo para voltar para o Brasil – logo, logo – faço longas caminhadas no Hyde Park. As caminhadas ajudam de várias formas: lidar com a tristeza, aliviar a ansiedade, fazer o sangue circular melhor na cabeça, resolver problemas das estórias que estou escrevendo, ou não pensar em nada.
Os esquilos estão sempre por lá. Volta e meia um deles cruza à minha frente, saltitanto à la Tico & Teco, carregando alguma coisa na boca ou avaliando o visitante – potencial fonte de guloseimas. Muito fofos.
Eis um deles: